Nesta quarta, o Grêmio presenciou seu jogo mais difícil pela Libertadores, o time do caracas criou perigo em 2 lances, ambos de bola parada, no qual um resultou em gol.
Aos 2 minutos, enquanto Cichero comemorava seu gol me veio a cabeça Defensor x Grêmio em 2007, gol de bola parada no começo do jogo. Situação que muda com os brios dos jogadores e põe um planejamento inicial da equipe em risco. Se antes o Caracas teria que se expor, agora era o Grêmio quem deveria sair para jogar e dar o contra-ataque para o Caracas.
Nos 4 jogos fora de casa até agora o contra-ataque tinha sido uma arma muito forte do Grêmio, exemplo mais claro disso foi o belo gol de Maxi contra o Universidad após uma corrida de 30 metros de Souza.
Ao fim do primeiro tempo, o Grêmio estava perdido em campo. E então foi que aparece a estrela de Paulo Autuori. No segundo tempo, outro Grêmio entrava em campo, Ruy começou a jogar mais pelo meio, Léo subiu um pouco mais, e com peças de 3-5-2 o Grêmio simulava um 4-4-2 em situações do jogo. E o time melhorou, Souza, muito bem marcado, começou a receber faltas, em uma a bola bateu na trave, e na outra, onde Tcheco viu um contestado Fabio Santos de 1,79 sozinho na quina da grande área, e o colocou para correr em direção ao gol. Artilheiro da semana: 2 gols em 2 jogos. Será que com Paulo Autuori continuará ele a marcar gols?
E no resto do jogo, ao se abrir, o Caracas até deu espaços para o Grêmio tentar a vitória, mas o empate ja era um bom resultado.
Campo impraticável para futebol, torcida jogando objetos nos reservas gremistas, torcida com labaredas nas arquibancadas, e o mais "inesperado", sistema de drenagem ligando quando o Grêmio empatou o jogo. Poderia até se dizer que foi um acidente, se não fosse no instante em que o Caracas necessitava empatar e SOMENTE no campo de defesa gremista. Apesar de não ser nenhum Peñarol de 83 ou Atletico Nacional de 95, as circunstâncias do jogo me levam a citar Peninha, que devia durante o jogo estar a pensar: "isso é a essência da Libertadores".
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Quem manda no Grêmio?
Na vitória sobre o San Martin, o Grêmio garantiu seu passaporte para as Quartas de finais, e dificilmete ficará fora da Semifinal. Porém uma coisa me chamou a atenção, a diferença do Grêmio do primeiro tempo para o segundo. Quem foi o responsável por isso? Marcelo Rospide? Mauro Galvão? Os jogadores? Ao fim da vitória de 3x1, ocupei parte do meu tempo destinada ao descanso, tentando esclarecer essa dúvida que não saía de meus pensamentos.
Mas como uma pessoa que mora em Santa Maria, e que não tem a possibilidade de conversar com ninguem que esteve no vestiário ao intervalo pode descobrir isso?
Tentei recorrer a meu meio de ligação mais próximo com Mauro Galvão, Rospide e o Grêmio... a internet. Mais especificamente o Google. Se eu tentar escrever "contato grêmio" são quase 1 milhão de resultados, e o mais próximo que eu conseguiria, seria mandar um email pra ouvidoria do Grêmio, que com certeza não me responderia isso. "e-mail Mauro Galvão" tem mais de 28 mil resultados. Acho que não será contatando Mauro Galvão que descobrirei isso. Me resta tentar o mais desconhecido deles, Marcelo Rospide.
"Marcelo Rospide e-mail" são 11 mil resultados. 11 mil, para alguém que até 1 mês atrás era mais conhecido por dar algumas palestras em cursos de educação física e que nenhum torcedor do Grêmio imaginaria como técnico. E vendo 100 resultados desses, não consegui achar o e-mail dele.
Então eu me pergunto, quem ajeitou o time do grêmio no vestiário? E a resposta que me parece mais coerente é que se deve a uma união do que Rospide e Mauro Galvão observam no banco, com o ponto de vista dos jogadores. Principalmente de Tcheco, Souza e Victor, líderes do atual grupo.
Isso me faz pensar, é necessário o Autuori? Sim, ele é um excelente técnico. Sim, ele é campeão da Libertadores. E sim, um técnico faz a diferença, mas hoje, me parece que o fato de estar sem um homem no comando, é algo que pode dar certo, pelo menos durante a Libertadores. O Grêmio ja mostrou superioridade no Olímpico assim, já mostrou que sabe jogar fora de casa e já mostrou que pode ter uma mudança tática ao intervalo do jogo. Só uma "experiência" não houve ainda "sem técnico". Reverter um placar adverso. É possível ser campeão sem necessitar disso, mas é dificil. E talvez aí esteja a diferença que Autuori possa fazer, porque um grande técnico sabe mexer no time quando necessário, e isso faz muita diferença.
Autouri ou Rospide? Autuori vai vir sim, mas nessa Libertadores, acho que o que está sendo feito não deve ser mudado. Autuori deve chegar e se conscientizar que o melhor não é tentar impor o seu estilo ao Grêmio, mas sim ser mais uma peça nessa engrenagem rumo ao Tri da América.
Contra o Santos no final de semana um bom teste para o time. Eu escalaria o time titular, porque esse Santos é um time de qualidade superior a todos que o Grêmio já enfrentou neste ano (exceto o Internacional). Um bom jogo pra ver a qualidade do time tricolor.
Mas como uma pessoa que mora em Santa Maria, e que não tem a possibilidade de conversar com ninguem que esteve no vestiário ao intervalo pode descobrir isso?
Tentei recorrer a meu meio de ligação mais próximo com Mauro Galvão, Rospide e o Grêmio... a internet. Mais especificamente o Google. Se eu tentar escrever "contato grêmio" são quase 1 milhão de resultados, e o mais próximo que eu conseguiria, seria mandar um email pra ouvidoria do Grêmio, que com certeza não me responderia isso. "e-mail Mauro Galvão" tem mais de 28 mil resultados. Acho que não será contatando Mauro Galvão que descobrirei isso. Me resta tentar o mais desconhecido deles, Marcelo Rospide.
"Marcelo Rospide e-mail" são 11 mil resultados. 11 mil, para alguém que até 1 mês atrás era mais conhecido por dar algumas palestras em cursos de educação física e que nenhum torcedor do Grêmio imaginaria como técnico. E vendo 100 resultados desses, não consegui achar o e-mail dele.
Então eu me pergunto, quem ajeitou o time do grêmio no vestiário? E a resposta que me parece mais coerente é que se deve a uma união do que Rospide e Mauro Galvão observam no banco, com o ponto de vista dos jogadores. Principalmente de Tcheco, Souza e Victor, líderes do atual grupo.
Isso me faz pensar, é necessário o Autuori? Sim, ele é um excelente técnico. Sim, ele é campeão da Libertadores. E sim, um técnico faz a diferença, mas hoje, me parece que o fato de estar sem um homem no comando, é algo que pode dar certo, pelo menos durante a Libertadores. O Grêmio ja mostrou superioridade no Olímpico assim, já mostrou que sabe jogar fora de casa e já mostrou que pode ter uma mudança tática ao intervalo do jogo. Só uma "experiência" não houve ainda "sem técnico". Reverter um placar adverso. É possível ser campeão sem necessitar disso, mas é dificil. E talvez aí esteja a diferença que Autuori possa fazer, porque um grande técnico sabe mexer no time quando necessário, e isso faz muita diferença.
Autouri ou Rospide? Autuori vai vir sim, mas nessa Libertadores, acho que o que está sendo feito não deve ser mudado. Autuori deve chegar e se conscientizar que o melhor não é tentar impor o seu estilo ao Grêmio, mas sim ser mais uma peça nessa engrenagem rumo ao Tri da América.
Contra o Santos no final de semana um bom teste para o time. Eu escalaria o time titular, porque esse Santos é um time de qualidade superior a todos que o Grêmio já enfrentou neste ano (exceto o Internacional). Um bom jogo pra ver a qualidade do time tricolor.
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